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Bússola de Ciberresiliência 2025 — como orientar decisões que realmente sustentam o negócio

  • Foto do escritor: BOXGROUP
    BOXGROUP
  • 31 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura

O Fórum Econômico Mundial colocou no mapa um ponto simples e exigente: ciber resiliência não é checklist, é direção. A nova Bússola organiza práticas de campo em um guia prático para líderes navegarem risco, crescimento e crise sem perder o rumo. Não é mais “qual ferramenta?”, e sim “qual capacidade preciso fortalecer agora — e com quem?”.



A Bússola propõe sete frentes que se reforçam mutuamente:


1) Liderança que define joias da coroa e apetite de risco;


2) Governança que dá dono, métrica e conformidade;


3) Pessoas preparadas para decidir sob pressão;


4) Processos enxutos que atravessam áreas;


5) Tecnologia a serviço de objetivos claros;


6) Gestão de crise que ensaia antes do incidente;


7) Engajamento do ecossistema — fornecedores, pares e reguladores como parte da defesa.



O espírito é pragmático: consolidar o que funciona no chão de fábrica e tornar repetível.



Por que isso muda a conversa? Porque desloca o foco do “prevenir tudo” para “minimizar impacto e voltar rápido”. Medir resiliência — não apenas prevenção — vira hábito executivo: o que caiu, por quanto tempo, qual capacidade manteve o negócio de pé e onde a próxima melhoria reduz exposição com menor atrito. É uma passagem do “projeto” para o programa contínuo, com aprendizado compartilhado entre organizações.



Em termos práticos, a aplicação começa por três decisões: escolher a capacidade prioritária na sua realidade (ex.: identidade, continuidade, terceiros), definir donos e ritmos (cadências de teste e resposta que atravessam TI, negócio e jurídico) e abrir o círculo — trocar lições com parceiros e o setor para evitar reinvenção e encurtar tempo de recuperação. O WEF e parceiros disponibilizam o material e casos para acelerar essa curva.



Moral da edição


Resiliência é direção e prática: sete frentes bem cuidadas, medidas com regularidade e conectadas ao ecossistema. É assim que segurança deixa de ser ruído e vira capacidade organizacional.



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