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Cybersecurity como proteção de investimento e vetor de crescimento.
Durante muitos anos, a segurança da informação foi tratada como uma função de proteção. Seu papel era reduzir riscos, atender requisitos de conformidade e responder incidentes quando eles aconteciam. Hoje, praticamente toda iniciativa estratégica passa por tecnologia. Projetos de transformação digital, adoção de cloud, integração com parceiros, automação, inteligência artificial e expansão de operações dependem de um ambiente capaz de sustentar crescimento com segurança.

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12 de jun.1 min de leitura


O que começa a mudar quando tecnologia passa a operar de forma integrada
A transformação digital acelerou operações, conectou ambientes e ampliou a complexidade das empresas. Hoje, conectividade, identidade, cloud, infraestrutura, segurança e governança deixaram de funcionar como iniciativas isoladas. Ambientes híbridos, múltiplas nuvens e acessos distribuídos exigem mais integração entre visibilidade, controle e resposta operacional. Isso explica o avanço de temas como conectividade inteligente, SASE e ZTNA, impulsionados por fabricantes como P

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12 de jun.2 min de leitura


BOX pelo Mundo:O que os grandes eventos estão revelando sobre o futuro da conectivdade e cybersecurity
Nos últimos dias nosso time esteve em diferentes palcos do mercado acompanhando tendências, anúncios e conversas que estão moldando o próximo capítulo da tecnologia. E, curiosamente, mesmo em eventos diferentes, parecia existir um fio invisível conectando tudo. No Extreme Connect, a conversa girou em torno de redes cada vez mais inteligentes, impulsionadas por IA, com destaque para automação e novas capacidades em Wi-Fi 7. A mensagem parecia clara: gerenciar infraestrutura

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12 de jun.1 min de leitura


Você está corrigindo vulnerabilidades… ou reduzindo risco?
Hoje, a maioria das empresas já possui ferramentas para identificar vulnerabilidades. O problema não está na detecção. Está na forma como essas informações são tratadas. Correções baseadas em volume, falta de contexto de negócio, baixa visibilidade da superfície de ataque. Resultado: muito esforço… e pouco impacto real na redução de risco. A realidade mudou. Não é mais sobre quantas vulnerabilidades existem. É sobre quais realmente colocam o negócio em risco. Na B

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12 de jun.1 min de leitura


O que o cibercrime na América Latina revela sobre o seu “perímetro” real
O novo relatório do Insikt Group (Recorded Future) sobre cibercrime na América Latina e Caribe não está falando apenas de ataques. Ele está mostrando onde o mercado criminoso realmente opera hoje — e por que isso muda o que você chama de “perímetro”. O fato: agentes com motivação financeira seguem dominando a região e continuam usando o “clássico” (engenharia social, malware e ransomware). A diferença é a escala e o canal: Telegram e fóruns de acesso restrito aparecem como

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12 de jun.1 min de leitura


Quando a virtualização aumenta a complexidade — e não o controle
Ambientes híbridos e multicloud resolveram uma limitação importante da TI: a rigidez. Hoje, operar workloads em diferentes plataformas deixou de ser um desafio técnico relevante. A capacidade existe. O problema mudou. O que começa a aparecer agora, de forma mais silenciosa, é a dificuldade de manter coerência operacional nesse cenário distribuído. A virtualização, que antes era sinônimo de controle e eficiência, passa a gerar o efeito oposto quando multiplicada sem uma lógica

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8 de mai.2 min de leitura


Governança de IA: do uso à responsabilidade
A IA já não é só uma ferramenta de apoio. Em muitas organizações, ela está virando mão de obra digital: agentes que consultam dados, tomam decisões e executam ações com autonomia. O ganho de eficiência é real — mas junto vem um efeito colateral inevitável: a superfície de risco cresce na mesma velocidade. Governança para Inteligência Artificial deve ter um foco direto: ajudar empresas a sair do “uso espontâneo” e entrar no território da responsabilidade, com controle, rastrea

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8 de mai.2 min de leitura


Ignite 2026 | IA Segura = Inovação Abastecida
Quando um evento reúne líderes de rede, nuvem, SOC e compliance na mesma agenda, não é para discutir “mais uma ferramenta”. É para discutir arquitetura — o que muda quando o cenário exige segurança contínua, integrada e mensurável. Esse é o espírito do Ignite on Tour: construir “as arquiteturas certas do futuro” com decisores e especiistas, em um dia de trilhas, conteúdo e networking. Em São Paulo, a edição LATAM está prevista para 12 de maio de 2026, no Palácio Tangará. O qu

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8 de mai.2 min de leitura


O que a RSAC revela sobre o futura da segurança
Eventos como a RSAC não são relevantes apenas pelo volume de novidades, mas pelo padrão que começa a se formar quando diferentes players apontam para a mesma direção. E o que ficou evidente este ano é um deslocamento importante: a segurança está deixando de ser um conjunto de ferramentas especializadas e caminhando para modelos mais integrados, automatizados e orientados por contexto. Um dos sinais mais claros disso está na forma como as soluções estão sendo construídas. A fr

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1 de abr.2 min de leitura


O que a segurança de identidade revela quando o controle não é contínuo.
Muitas empresas já investem em segurança de identidade, mas ainda assim convivem com acessos excessivos, privilégios mal distribuídos e pouca visibilidade sobre ações críticas. Isso acontece porque o problema raramente está em um único ponto. Na maioria dos ambientes, a exposição se acumula ao longo do ciclo de acesso. Ela começa quando permissões são concedidas sem critério suficiente, continua quando contas privilegiadas permanecem amplas demais e se estende aos endpoints,

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1 de abr.2 min de leitura


A segurança deixou de ser ferramenta e virou decisão de negócio.
A segurança digital está ocupando um espaço diferente dentro das organizações. O que antes era tratado principalmente como um tema técnico passou a ganhar atenção direta das lideranças executivas. O relatório publicado pelo World Economic Forum, mostra que CEOs e conselhos executivos estão cada vez mais envolvidos nas decisões relacionadas à segurança digital. Esse movimento indica que o tema deixou de ser apenas operacional e passou a ser tratado como parte da estratégia emp

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1 de abr.2 min de leitura


Quando a engenharia social ganha rosto, voz e contexto.
Um dos pilares silenciosos da segurança corporativa sempre foi a confiança na identidade. O avanço recente da inteligência artificial começa a abalar esse princípio. Relatórios de ameaças apontam o crescimento de ataques que utilizam deepfakes e conteúdo gerado por IA para simulação de identidade, permitindo reproduzir voz, aparência e padrões de comunicação de pessoas reais. Com isso, a engenharia social deixa de depender apenas de e-mails convincentes ou mensagens urgentes.

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1 de abr.2 min de leitura


Quando a fraude digital supera o ransomware.
Durante anos, o ransomware dominou as discussões sobre cybersecurity. Ele aparecia nos relatórios, nas manchetes e nas reuniões de risco como a principal ameaça para as organizações. Mas o cenário está mudando. Um relatório do World Economic Forum, aponta uma mudança clara na percepção de risco entre executivos: fraude digital e phishing impulsionados por tecnologia passaram a preocupar mais do que ransomware. Essa mudança revela uma transformação na forma como os ataques imp

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18 de mar.2 min de leitura


O que o SOC realmente revela sobre os riscos nas empresas.
No dia a dia, o SOC atua como um centro de observação permanente do ambiente digital da organização. Cada alerta analisado, cada evento correlacionado e cada investigação conduzida contribui para algo maior: compreender como as ameaças realmente se comportam dentro da infraestrutura. Mais do que reagir a incidentes , o trabalho do SOC revela padrões. Ao analisar os eventos monitorados recentemente, cinco tipos de incidentes apareceram com maior frequência nas investigações

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18 de mar.2 min de leitura


Quando TI e OT finalmente andam juntas.
Em ambientes industriais, a continuidade da operação não depende apenas de equipamentos robustos ou processos bem definidos. Ela depende da capacidade de a tecnologia sustentar o funcionamento do negócio mesmo quando algo sai do planejado. Durante muito tempo, os ambientes de TI e OT evoluíram de forma separada. De um lado, sistemas corporativos, dados e aplicações. Do outro, máquinas, sensores, controladores e processos industriais. Cada um com suas prioridades, seus prot

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11 de mar.2 min de leitura


O que os ataques hacktivistas revela sobre a segurança das empresas.
No dia 28 de fevereiro de 2026, um ataque militar coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã desencadeou um efeito que já se tornou comum no cenário global: a intensificação de operações cibernéticas associadas a tensões geopolíticas. Nos dias seguintes ao evento, pesquisadores registraram 149 reivindicações de ataques DDoS contra 110 organizações em 16 países. O movimento reforça um padrão cada vez mais evidente na segurança digital: quando conflitos escalam no c

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11 de mar.2 min de leitura


Endpoint não é ferramenta isolada. É arquitetura
A superfície de ataque mudou. E isso não é uma afirmação retórica, é estatística operacional. Com a expansão de cloud, trabalho distribuído e automação baseada em IA, o endpoint passou a concentrar identidades, sessões privilegiadas e integrações com múltiplos ambientes. Ele deixou de ser apenas um dispositivo e passou a ser um nó estratégico da arquitetura. Ao mesmo tempo, o modelo tradicional de proteção se mostrou insuficiente. Assinaturas isoladas, alertas fragmentado

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4 de mar.2 min de leitura


Quando o fornecedor sai, a verdade aparece no console
Quando uma empresa perde o fornecedor de cibersegurança, acontece algo comum: nada “quebra” na hora — mas o risco começa a crescer silenciosamente. Alertas continuam chegando, painéis seguem “ok”, e a sensação de proteção permanece… até o primeiro incidente exigir detecção com contexto e resposta consistente. Foi nesse cenário que realizamos um Health Check de boas práticas focado em ferramentas de detecção e resposta a incidentes. O objetivo não foi apontar culpados, e sim i

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25 de fev.2 min de leitura


Conectividade que sustenta negócios, não só eventos
O agro já entendeu algo que muitos setores ainda estão aprendendo: tecnologia não é apoio, é infraestrutura crítica. No Show Rural Coopavel, vimos isso em escala real. Mais de 1.500 logins na rede de visitantes, picos concentrados entre 14h e 15h, alta densidade na Vila das Startups e uma operação que precisou sustentar expositores, imprensa, transmissões ao vivo, integrações e aplicações corporativas ao mesmo tempo. Conectividade deixou de ser conveniência. Tornou-se base op

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25 de fev.2 min de leitura


Política de Uso Aceitável: regra simples, cultura viva
PUA não é documento para auditoria; é linguagem comum para cada clique — do board ao campo. Funciona quando explica o porquê, traduz o como fazer nos fluxos reais (login, VPN, SaaS, IA generativa, compartilhamento) e cria um caminho seguro de reporte sem punir quem sinaliza cedo. Sem isso, awareness vira teoria. Conscientização por hierarquia (além da técnica): Estratégica (C-level/Board): conversa de risco e reputação. Rodadas curtas sobre apetite de risco, dilemas frequente

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18 de fev.1 min de leitura
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