Terceiros: como sair do “cumpri o formulário” e voltar a reduzir risco. Cinco decisões práticas inspiradas pela ISACA para elevar TPRM do papel à prática
- BOXGROUP

- 31 de dez. de 2025
- 1 min de leitura

Programas de segurança de terceiros viraram rotina — e, justamente por isso, muita empresa escorregou para a complacência. A ISACA publicou um guia curto e direto sobre como evitar essa armadilha. Nós destrinchamos o essencial para você aplicar já, sem aumentar ruído.
O ponto central é simples: certificação, questionário e score ajudam — mas não substituem gestão ativa. A orientação da ISACA é voltar ao básico que funciona: não tratar SOC/ISO como carimbo definitivo; ir além do “sim/não” e exigir evidências quando o risco é alto; avaliar cultura e liderança do fornecedor (orçamento, autonomia do time de segurança, capacidade real de escalar issues); comprovar “trust but verify” pedindo plano de testes/monitoramento e risk register com tratamento em andamento; e cultivar relacionamento contínuo com quem te atende — a primeira conversa não pode ser durante um incidente.
Em termos práticos, isto vira três movimentos no seu TPRM nos próximos 30 dias:
Classifique fornecedores por impacto e defina quando pedir evidência (e qual).
Inclua cultura/mandato como critério de risco, não só controles técnicos.
Crie uma cadencia mínima de contato entre seu time de risco e os top fornecedores (antes do próximo evento).
Se este resumo ajudou, encaminhe para quem lidera compras, jurídico e operações — TPRM só funciona com esses elos juntos. E, se quiser, responda este e-mail com “CHECKLIST” que te enviamos um passo-a-passo baseado no material da ISACA.
Referência: “Five Key Considerations for Avoiding Complacency in Third-Party Security Management and Monitoring”, ISACA, 1 Dec 2025. ISACA
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