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Extreme Networks: rede que aprende, campo que não para



O agronegócio virou operação digital distribuída: galpões, filiais, sensores e frota conectada. Para isso rodar sem sustos, a rede precisa entender o tráfego, se ajustar sozinha e mostrar o que está acontecendo. No Show Rural, vamos demonstrar ao vivo como a Extreme Networks entrega essa base — do Wi-Fi ao datacenter — com telemetria em tempo real.


O que a Extreme coloca no chão

Fabric que simplifica topologias e isola domínios sem “gambiarra”; Wireless que se adapta a picos sazonais e ambientes hostis; SD-WAN para priorizar tráfego crítico entre fazendas/filiais; Cloud NAC/Identity para dar acesso certo na hora certa; ZTNA para usuários e terceiros; virtualização e cloud datacenter para escalar sem reconfigurar tudo.


Por que isso importa no campo

Menos visitas técnicas, mais visibilidade; menos queda sincronizada, mais insight de uso (quem consome, onde e por quê). A rede deixa de ser obstáculo e vira capacidade de negócio — preparada para safra, feiras e períodos de alto fluxo.


Moral da edição

Produtividade pede rede que aprende: simples de operar, observável e pronta para crescer.


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