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Política de Uso Aceitável: regra simples, cultura viva


PUA não é documento para auditoria; é linguagem comum para cada clique — do board ao campo. Funciona quando explica o porquê, traduz o como fazer nos fluxos reais (login, VPN, SaaS, IA generativa, compartilhamento) e cria um caminho seguro de reporte sem punir quem sinaliza cedo. Sem isso, awareness vira teoria.


Conscientização por hierarquia (além da técnica):


  • Estratégica (C-level/Board): conversa de risco e reputação. Rodadas curtas sobre apetite de risco, dilemas frequentes e métricas simples (adesão, incidentes evitados por reporte precoce).

  • Tática (gestores/donos de processo): tradução da PUA para onboarding, contratos de terceiros, compras e dados. Playbooks de “o que aprovar/recusar” e como registrar exceções.

  • Operacional (equipes/TI/Segurança): microtreinos de 10 minutos, roteiros de reporte (canal, prazo, proteção contra retaliação) e reforços quando a regra muda.



Onde a técnica encontra a cultura. PUA viva exige 2FA por padrão, classificação mínima de dados, limites claros para IA generativa e armazenamento permitido, além de trilha de aceite eletrônico e revisão semestral. A cultura sustenta o controle; o controle torna a cultura verificável.


Atuamos na conscientização de cada camada hierárquica e entregamos o suporte técnico para a política “ficar de pé”:


  • Estratégica: narrativa executiva, apetite de risco, painel para diretoria.

  • Tática: integração com RH/Jurídico/TPRM, versões por público (escritório, campo/OT, terceiros).

  • Operacional: runbooks, aceites, indicadores contínuos e ajustes de ciclo curto.



PUA só funciona quando vira hábito: clara, aplicada ao trabalho real e medida — na estratégia, na tática e na operação.


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