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O que os ataques hacktivistas revela sobre a segurança das empresas.
No dia 28 de fevereiro de 2026, um ataque militar coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã desencadeou um efeito que já se tornou comum no cenário global: a intensificação de operações cibernéticas associadas a tensões geopolíticas. Nos dias seguintes ao evento, pesquisadores registraram 149 reivindicações de ataques DDoS contra 110 organizações em 16 países. O movimento reforça um padrão cada vez mais evidente na segurança digital: quando conflitos escalam no c

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11 de mar.2 min de leitura


Endpoint não é ferramenta isolada. É arquitetura
A superfície de ataque mudou. E isso não é uma afirmação retórica, é estatística operacional. Com a expansão de cloud, trabalho distribuído e automação baseada em IA, o endpoint passou a concentrar identidades, sessões privilegiadas e integrações com múltiplos ambientes. Ele deixou de ser apenas um dispositivo e passou a ser um nó estratégico da arquitetura. Ao mesmo tempo, o modelo tradicional de proteção se mostrou insuficiente. Assinaturas isoladas, alertas fragmentado

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4 de mar.2 min de leitura


Quando o fornecedor sai, a verdade aparece no console
Quando uma empresa perde o fornecedor de cibersegurança, acontece algo comum: nada “quebra” na hora — mas o risco começa a crescer silenciosamente. Alertas continuam chegando, painéis seguem “ok”, e a sensação de proteção permanece… até o primeiro incidente exigir detecção com contexto e resposta consistente. Foi nesse cenário que realizamos um Health Check de boas práticas focado em ferramentas de detecção e resposta a incidentes. O objetivo não foi apontar culpados, e sim i

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25 de fev.2 min de leitura


Conectividade que sustenta negócios, não só eventos
O agro já entendeu algo que muitos setores ainda estão aprendendo: tecnologia não é apoio, é infraestrutura crítica. No Show Rural Coopavel, vimos isso em escala real. Mais de 1.500 logins na rede de visitantes, picos concentrados entre 14h e 15h, alta densidade na Vila das Startups e uma operação que precisou sustentar expositores, imprensa, transmissões ao vivo, integrações e aplicações corporativas ao mesmo tempo. Conectividade deixou de ser conveniência. Tornou-se base op

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25 de fev.2 min de leitura


Política de Uso Aceitável: regra simples, cultura viva
PUA não é documento para auditoria; é linguagem comum para cada clique — do board ao campo. Funciona quando explica o porquê, traduz o como fazer nos fluxos reais (login, VPN, SaaS, IA generativa, compartilhamento) e cria um caminho seguro de reporte sem punir quem sinaliza cedo. Sem isso, awareness vira teoria. Conscientização por hierarquia (além da técnica): Estratégica (C-level/Board): conversa de risco e reputação. Rodadas curtas sobre apetite de risco, dilemas frequente

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18 de fev.1 min de leitura


Identidade se torna o novo perímetro na era da IA
A Palo Alto Networks concluiu a aquisição da CyberArk e oficializou um movimento que o mercado já vinha sinalizando: identidade passa a ser um pilar central da estratégia de segurança na era da inteligência artificial. A incorporação da plataforma de Identity Security da CyberArk posiciona a proteção de identidades humanas, de máquinas e de agentes de IA como eixo estrutural da estratégia de plataforma da Palo Alto Networks. O recado é claro. O perímetro mudou. À medida que e

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18 de fev.2 min de leitura


O que a Interpol considera fundamental para cybersecurity em 2026
O vídeo “Cybersecurity Outlook 2026” reúne quem investiga e coordena resposta global: Interpol e Fórum Econômico Mundial. A mensagem é pragmática: ataques crescem em escala e velocidade (impulsionados por automação/IA); defesa eficaz depende de identidade bem protegida, cooperação entre setores e operações disciplinadas. O que levar para os próximos 90 dias (sem aumentar ruído): Identidade primeiro. Menos senha, mais MFA resistente a phishing (Passkeys/FIDO) nos perfis crític

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11 de fev.1 min de leitura


Quando um assistente de IA expõe mais que conversa
A rápida adoção de agentes de IA que executam tarefas em nome do usuário trouxe uma nova fronteira de risco. Um dos casos mais recentes que está chamando atenção é o da Clawdbot, um assistente de IA open source que integra diretamente com ferramentas como WhatsApp, Telegram, Slack, Discord e outras plataformas conectadas. Pesquisadores de segurança descobriram que mais de 900 instâncias públicas expostas dessa tecnologia estavam acessíveis sem qualquer autenticação. Isso sign

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11 de fev.2 min de leitura


Precisão: clareza em meio ao ruído da cybersegurança
Precisão é a nossa palavra do ano porque, em cybersegurança, o desafio deixou de ser falta de informação e passou a ser excesso. Logs, alertas, dashboards e controles se multiplicam, mas nem sempre se transformam em decisões melhores. Quando tudo chama atenção ao mesmo tempo, o risco não diminui. Ele se dilui. Falar em precisão é falar sobre escolher melhor onde olhar. É reconhecer que nem todo sinal tem o mesmo peso e que pequenos detalhes, quando observados no contexto cert

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3 de fev.2 min de leitura


Dados, crianças e risco: a conta chegou para as empresas
Privacidade deixou de ser um tema restrito a políticas e documentos jurídicos. No Brasil, ela passou a impactar diretamente decisões de negócio, arquitetura tecnológica e responsabilidade corporativa. A discussão ganhou escala social quando ficou evidente que ambientes digitais não são neutros, especialmente para crianças e adolescentes. Plataformas, algoritmos e modelos de monetização influenciam comportamento, exposição e risco. E tudo isso começa nos dados. É nesse context

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3 de fev.2 min de leitura


Agro Digital: pontos críticos de operação (e como endereçar)
Operações agro hoje são multisites, híbridas e sensíveis a tempo. Três pontos decidem o placar: 1) Conectividade previsível nos picos. Safra, feira e turnos geram explosões de tráfego. Rede precisa de priorização, segmentação e observabilidade para não derrubar aplicações críticas (telemetria, ERP, logística). 2) Acesso de terceiros e trabalho distribuído. Parceiros, consultorias e máquinas conectadas ampliam o perímetro. ZTNA + NAC evitam “chave mestra”, e políticas por cont

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3 de fev.1 min de leitura


Palo Alto Networks: defesa contínua, do galpão à nuvem
Quando a rede escala, a superfície de ataque cresce: identidades, APIs, SaaS, OT/ICS e terceiros. A Palo Alto Networks traz inteligência global de ameaças e operação integrada para proteger esse ecossistema — sem travar o negócio. O que a Palo Alto entrega no campo XDR para detectar e responder rápido; SASE/Prisma Access e ZTNA para acesso seguro a partir de qualquer lugar; CSPM para postura de nuvem; AppSec/DevSecOps para proteger pipelines; XSOAR para orquestrar resposta; S

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3 de fev.1 min de leitura


Extreme Networks: rede que aprende, campo que não para
O agronegócio virou operação digital distribuída: galpões, filiais, sensores e frota conectada. Para isso rodar sem sustos, a rede precisa entender o tráfego, se ajustar sozinha e mostrar o que está acontecendo. No Show Rural, vamos demonstrar ao vivo como a Extreme Networks entrega essa base — do Wi-Fi ao datacenter — com telemetria em tempo real. O que a Extreme coloca no chão Fabric que simplifica topologias e isola domínios sem “gambiarra”; Wireless que se adapta a picos

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22 de jan.1 min de leitura


Escala de rede, resiliência de segurança
O campo virou operação digital: galpões, filiais, sensores, frota conectada e decisões em minutos. Para isso funcionar sem sustos, a rede precisa se adaptar ao tráfego — e a segurança, antecipar movimentos. No Show Rural, vamos juntar as duas maiores referências do mundo para mostrar isso acontecendo em tempo real. No Show Rural Digital, seremos os provedores oficiais de conectividade do galpão e faremos uma LIVE PoC: você verá o desempenho da rede, a jornada dos visitantes e

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22 de jan.1 min de leitura


O futuro do risco: como ajustar a rota agora
Risco deixou de ser “lista de controles” e virou sistema vivo: geopolítica, cadeias globais, clima, ciber e IA se alimentam mutuamente e cobram decisões mais rápidas, integradas e mensuráveis. A nova análise da McKinsey propõe justamente essa virada: gestão de risco como capacidade estratégica, conectada à criação de valor e à resiliência do negócio (fonte: McKinsey – The future of risk). Estratégia & Governança. Em vez de “evitar tudo”, a pergunta muda para “quanto risco ace

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14 de jan.1 min de leitura


Infra de Software 2025: onde o orçamento acelera
Visão-relâmpago: o crescimento concentra-se em DevOps, Dados/Analytics, Automação de Workflows e MSP/SecOps — todos puxados por IA e por ROI mensurável. DevOps. Mais serviços e releases exigem plataformas integradas (código→deploy→observabilidade) e AI coding/agents para encurtar ciclos. Movimento (90 dias): medir uso real de copilots e padronizar telemetria “pronta para IA”. Dados & Analytics. IA só escala com base confiável: lakehouse + governança (catálogo, linhagem, quali

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14 de jan.1 min de leitura


2026 segundo a Forrester: confiança, IA com resultado e segurança quântica no radar
A nova edição das Predictions 2026 – Technology & Security da Forrester traz um recado direto: 2026 será o ano de transformar hype em valor confiável — com governança de IA, disciplina financeira e novas pressões no talento e na proteção de dados. O que muda o jogo: Governança de IA vai sair do “depois a gente vê”: um quarto dos CIOs deverá “salvar” projetos de IA tocados pelo negócio que falharam por falta de direção técnica. A pauta: instituir estratégia, controles e critér

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31 de dez. de 20252 min de leitura


Tendências de Tecnologia 2025 (McKinsey): o que muda para Segurança & Governança
A nova edição do Technology Trends Outlook 2025 destaca 13 tendências — com a IA não só como onda própria, mas como amplificador das demais, exigindo segurança e governança desde a concepção. O relatório enfatiza que lideranças precisam navegar complexidade, priorizar eventos de alto impacto e construir confiança digital como “licença para operar”. “Confiança digital e cibersegurança” aparecem como vetor crítico: identidade, proteção de dados, criptografia e detecção de ameaç

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31 de dez. de 20252 min de leitura


Bússola de Ciberresiliência 2025 — como orientar decisões que realmente sustentam o negócio
O Fórum Econômico Mundial colocou no mapa um ponto simples e exigente: ciber resiliência não é checklist, é direção. A nova Bússola organiza práticas de campo em um guia prático para líderes navegarem risco, crescimento e crise sem perder o rumo. Não é mais “qual ferramenta?”, e sim “qual capacidade preciso fortalecer agora — e com quem?”. A Bússola propõe sete frentes que se reforçam mutuamente: 1) Liderança que define joias da coroa e apetite de risco; 2) Governança que dá

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31 de dez. de 20252 min de leitura


Profissionais + IA: o que muda na defesa — e no treinamento
A discussão deixou de ser “IA vai substituir?” para “como combinamos IA com gente boa para defender melhor”. O próprio Fórum Econômico Mundial aponta que a pressão aumentou dos dois lados: a IA eleva volume e sofisticação de ataques, mas também acelera detecção e resposta quando bem aplicada. A diferença está menos na ferramenta e mais na formação do time que opera essas capacidades. O retrato é direto: a maioria dos profissionais não teme perder o emprego para IA, mas reconh

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31 de dez. de 20252 min de leitura
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